segunda-feira, 17 de abril de 2023

Bruno Fagundes Valine 

 
Cadeira n° 38 - Bruno Fagundes Valine
Patrono - Gonçalves Dias
 
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Biografia
Bruno Fagundes Valine (1988-), natural de Campinas/SP, Graduação em Letras (UNIP, 2011), Especialização em Literatura Brasileira (Intervale, 2022). Participação na Poesia Retrô: “I E-book de Poesia Retrô” (2009), com os sonetos “Aurum et Argentum!”, “Carpe Diem”, “Locus Amoenus” e “Snow White”; "I Exposição de Poesia Retrô" (2010), com o soneto “Aurum et Argentum!”; “II E-Antologia de Poesia Retrô ‘Edição Denise Severgnini’” (2022), com os sonetos “Sanctum Hymnum!”, “Acorde Apoteótico...”, “Silentium Somnum” e “Requiescat in Pace”; “Antologia Max” (2022), com os poemas “Sextina Sentimental” e “Canção Celestial do Ser Supremo!”. Participação na Editora Carnage: “Necrópole” (2022), com os sonetos “Requiescat in Pace” e “Silentium Somnum”; “Amor Fatal” (2022), com os sonetos “Chiaroscuro Réquiem” e “Renúncia e Rendição”. Participação na Editora Hibis: “Antologia Góticos” (2023), com os sonetos “Silentium Somnum”, “Eternum Ethereum” e “Imperium Infernum”.

 

quinta-feira, 9 de março de 2023

José Walter Pires


Cadeira n° 34 - José Walter Pires
Patrono - Sá de Miranda
 
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Biografia:

JOSÉ WALTER PIRES, nativo de Ituaçu-BA., cidadão de Brumado-BA., advogado e sociólogo, educador vocacionado por quarenta anos, pertencente a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, ocupante da cadeira 21, patronímica do poeta Joaquim Batista de Sena, com posse em agosto de 2010, sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros-MG, membro correspondente da Academia Antônio Bezerra de Letras e Artes, cadeira n o 50, Patronímica de Moraes Moreira, Membro da Academia Virtual Mageense de Ciências Letras e Artes, Rio de Janeiro, cordelista apaixonado, tem alçado os seus voos por outras fronteiras literárias, como o soneto, que desde a mocidade compôs a sua trilha poética e, mais do que isso, o seu veemente protesto em defesa do cordel de qualidade e do seu verdadeiro significado literário para a conquista de um novo público e a perpetuação dessa arte brasileira, nas Escolas e nos demais espaços culturais, com extremo respeito aos mestres do passado e do presente, na expressão dessa fonte de genuína poesia. Mantém contatos constantes com mais de cinquenta poetas de vários estados brasileiros, com troca de versos poéticos e temas discursivos. Com mais de cem títulos editados, além de quinze livros, de temática variada, publicados por renomadas editoras. Participante de eventos culturais diversos, palestrante, segue o seu caminho literário como cronista do cotidiano, com publicações em jornais regionais e revistas estaduais.

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SER LUME!
 
"E como ficou chato/
"Ser moderno / Agora serei eterno."
“ Do poema eterno” 
de Carlos Drumond de Andrade, 1953 .


Não temerei de ser o meu soneto antigo,
Na forma ou no teor, e não sendo moderno,
Mas não vejo existir um mal querê-lo eterno,
Como diz o poeta, em glosa que me abrigo.

E, se acaso tiver de enfrentar o perigo,
Indo na marcha à ré pelo que agora externo,
Irei continuar com o meu verso terno
Sem jamais aceitar esse injusto castigo.

Não pretendo negar o empenho dos puristas,
Que buscam defender, por certo, o seu primor,
Consagrado no dom dos vates sonetistas.

Portanto, sem fugir do cânone dessa arte,
Manterei, por dever, seu excelso valor
E do lume saber que já me sinto parte!

José Walter Pires