terça-feira, 8 de junho de 2021

Basilina Pereira

 

Cadeira nº 33 - Basilina Pereira

Patrono - Jorge de Lima 
 
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Basilina Pereira nasceu em Ituiutaba-MG, mas reside em Brasília desde 1983. É professora aposentada, advogada e poeta. Tem 3 filhas e 4 netos. Já participou de 51 coletâneas e publicou 13 livros, sendo 8 de poesia: Quase poesia (2009), Janelas (2010), Tempo contrário (2011), À sombra das palavras (2013), O som das asas, Ninhos de sombras (2014), Um lugar chamado depois (2017), Caminhos (di)versos 2019,1 (um) romance: Sonhos antigos (2012) 1 livro de contos: Alguns dedos de prosa (2015), Ciranda Cirandela – Volume I -Flores (infantil) 2 e-books: Sementes de poesia I e II. Faz parte de dez academias, com destaque para a Academia Brasileira de Sonetistas-Abrasso, Academia Internacional de Cultura-AIC, Academia de Letras do Brasil-ALB, Academia de Letras de Goiás-ALG e Academia de Letras e Música do Brasil- Almub, da qual é a atual Vice-Presidente. Também integra o quadro Associação Nacional dos Escritores-ANE. Já foi agraciada com os seguintes prêmios: Acadêmico Cláudio de Sousa (2012), concedido pela LITERARTE, por seu livro Janelas; INTERARTE- Literatura (2012), conferido pela Academia de Letras e Artes de Goiás, pelo conjunto de sua obra; Altas Insígnias pela Divine Academie Française des Arts, Lettres et Culture de Paris (2013); prêmio Luso Brasileiro – Melhores Poetas de 2012, outorgado pela Editora Mágico de OZ e a Associação de Poetas da Região Autônoma de Madeira-Portugal; prêmio LITERARTE de Cultura (2013); Destaque Poesia (2013), conferido pela Academia de Letras e Artes de Fortaleza; Melhores romances (2013) pelo livro Sonhos antigos; prêmio TOP LITERARTE de poesia com o livro Tempo contrário; ambos concedidos pela Associação LITERARTE; medalha Pablo Neruda oferecido pela Pontifícia Universidad Católica de Santiago – Chile (2014); medalha Ilustris Personae, da revista Capital (2015), por ocasião do 55º aniversário de Brasília, Troféu Imprensa sem Fronteira na categoria Literatura,(2016) Prêmio Mérito Literário conferido pela Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba (2016), Troféu Dama da Poesia, pela Associação Cultural Poemas à Flor da Pele (2016), entidade nacional com sede em Porto Alegre, Troféu Autoridade Cultural pela gestão frente à ALMUB (2017-2018), 1º Lugar no Concurso de Poesia promovido pela Rede Mídia sem Fronteiras (2018), Prêmio Mérito Cultural Empreendedor Santos Dumont, outorgado pela Federação das Academias de Letras e Artes de São Paulo-FALASP. Possui também o Prêmio Mérito Alvorada, recebido em 2006, por seu trabalho na Secretaria de Educação do DF.
Contato:basilina.pereira@gmail.com.
 
 
 
 PARTE DE MIM

Professora, advogada, mãe, poeta
e, sim, avó. No verso... realista,
versátil, dedicada, bem direta,
com sonhos de chegar a sonetista.

Digo, pois, meu “uai, sô” e sigo a seta
que me aponta o caminho da conquista;
lapso? Não sei andar de bicicleta,
mas trafego, serena, em outras pistas.

Por certo, falo a língua de um amor
que, na vida, pretende o maior bem;
se a rota for de pedra e muita dor,

recomeço... procuro o que convém.
Minha seiva não tira o elã da flor,
ela busca o que a abelha sempre tem.

Basilina Pereira

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Aila Brito

 


Cadeira nº 32 - Aila Brito


Patrona: Auta de Souza


SIMPLES ASSIM

Simplicidade, o nome que eu carrego,
No meu viver, a ética provida;
Virtude a qual, intrínseca, esculpida,
Reflete o amor e a paz a quem agrego.

Sou forte, às vezes fraca, pois não nego;
Mas busco equilibrar a minha vida,
Valorizando 'o pouco', e agradecida,
a Deus, em orações, sempre me entrego.

Sou filha do Nordeste - hospitaleiro;
Terra da cajuína cristalina,
Delta do Parnaíba - cultural.

Na poesia, o amor - bem - mensageiro,
Denota, fielmente, esta menina,
Piauiense, filha de Cocal.

Aila Brito 

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Recanto das Letras 


 

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Plácido Amaral

 

Cadeira nº 30
Patrono - Plácido Amaral
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Nascimento: 19/07/1958
Falecimento: 26 /02/ 2022
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Plácido Ferreira do Amaral Júnior, rio-grandense do norte, nasceu em Natal aos 19 de julho de 1958 e reside em Caicó, também no Estado do Rio Grande do Norte, desde janeiro de 1980.
Poeta, trovador e cordelista, é autor de centenas de poemas divulgados em coletâneas literárias e nas redes sociais, possuindo ainda quarenta e sete cordéis escritos, impressos e publicados. É membro do C.T.S. (Clube dos Trovadores do Seridó), onde ocupa a cadeira 27; Acadêmico da ARLAC (Academia Rotária de Letras, Artes e Cultura); Acadêmico da ACILBRAS (Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil), onde ocupa a cadeira 128; Acadêmico da ALVCPN (Academia Literária Virtual do Clube da Poesia Nordestina), onde ocupa a cadeira 06; sócio da União Brasileira de Trovadores (UBT), sessão de Caicó/RN e sócio correspondente da ACVPB (Academia de Cordel do Vale do Paraíba).

QUEM SOU
FISIOTERAPEUTA E POETA


Sou o poeta Plácido Amaral,
Um simples escritor de sons rimados,
Cuja vontade em ter o menos mal,
Vê sua natureza em seus riscados.

Sou fisioterapeuta original
Que fui migrando aos novos predicados
Pela atenção divina especial
Em me mostrar os outros dons guardados.

Nos meus poemas busco a fantasia
De dar relatos vindos para a mente
Com muita gana e fúria de alegria.

Tento compor citando humildemente,
Qualquer detalhe rico em harmonia,
Levando o verso e a paz, a toda gente.

Plácido Amaral

A Academia Brasileira de Sonetistas informa que, a partir da presente data, (09/06/2022) a cadeira de número 30 passa a ter como patrono o grande sonetista Plácido Amaral.
Com essa deliberação, a Academia Brasileira de Sonetistas presta uma justa homenagem ao brilhante sonetista Plácido Amaral, na certeza de perpetuar seu nome entre nós.
Atenciosamente, a Diretoria

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Marlene Reis

 


 

Cadeira nº 26 - Marlene Reis

Patrono - Manuel du Bocage


QUEM SOU

Sou árvore plantada junto ao rio,
Pequena, mas buscando proteção
Nas águas, pras raízes ter seu brio,
No inverno, outono, ou mesmo no verão!

Aprofundar raiz é um desafio,
Mas, se falhar, quem vence é a sequidão,
E o florescer não pode ser tardio,
O Lavrador exige prontidão!

Tentaram me arrancar de um jeito bruto,
Mas resisti, jamais neguei meu fruto,
Porque o ribeiro é minha garantia!

Jamais quero cair na apostasia,
Mas sim, perseverar nas santas leis,
Pois quem plantou-me é Cristo, o Rei dos Reis!

Marlene Reis

sábado, 22 de maio de 2021

Luciana Nobre

 

Cadeira nº 24 - Luciana Nobre

Patrono - Cruz e Souza


Filha de Maria Eunice Nobre e Walter Ferreira Nobre, Maria Luciana Nobre Queiroz, nasceu em Fortaleza/CE, em 7 de março de 1980. Aos 14 anos, mudou-se definitivamente para Manaus/AM, onde se viu encantada pela AMAZÔNIA. O gosto pela escrita começou aos 8 anos, quando se pôs a rabiscar os primeiros versos, e não parou mais. Formou-se em Letras pela Universidade Federal do Amazonas, onde também cursou especialização em produção de texto. Hoje, sonetista, declama a floresta em suas rimas, pelo que é chamada por amigos mais próximos de poeta verde. Mas não apenas, sua poesia é universal, e entre seus thematas estão o amor, o ser poeta, o existir, a saudade. Por alguns anos, lecionou língua e literatura portuguesas e atualmente atua como redatora e revisora na administração pública estadual. Mãe de 3 filhos, seu gosto pela literatura sempre lhe motivou a escrever gêneros literários, em especial contos e crônicas, quando os compromissos assim o permitem, mas sua paixão mesmo são os sonetos. Luciana é membro-fundadora da Associação Brasileira de Poetas e Escritores Pan-Amazônicos -ABEPPA, e participou das antologias 'Escrever é uma arte' , 'A imortalidade Amazônica' e 'De mim para ti', esta última em Portugal. Para ela, escrever é uma paixão antiga é de certa forma descompromissada, mas alimenta planos de se engajar a esta arte cada vez mais.

QUEM SOU?

Eu venho lá das bandas do Nordeste!
Família imensa trouxe-me a reboque.
Dancei ao som de foles em retoque,
mas logo pai tocou baião celeste!

De minha mãe, herdei sua força agreste!
Ninava-nos depois de à overlock.
Da rude chita ao mais sensível toque,
cosiu-me com exemplo que se preste!

O rio-mar cruzei, de água tão doce,
quão doces as promessas de um futuro:
ah quem nos dera achar lugar que fosse!

No seio da floresta, hoje me entranho...
menina fui mulher, fui mãe, e juro:
cuscuz com jaraqui é muito estranho...

Luciana Nobre 

Geisa Alves

 

Cadeira nº 23 - Geisa Alves
Patrono - Artur Azevedo

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Eu

Resende, outrora, terra de café,
agora é bela vila prazenteira.
Aqui nasci, vivi a vida inteira,
regida por virtudes e por fé.

Meu mês de nascimento? Belo até.
Dezembro, tanta festa e brincadeira.
A vida simples, mas com eira e beira,
vai superando as ondas e a maré.

Criei família, um filho, meu tesouro.
Profissional, também mulher do lar,
dos números eu sou especialista.

Mas, nas palavras, vi o ancoradouro
da vida fatigada, em alto mar...
E nos sonetos, sempre, terra à vista!


Geisa Alves
 
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Recanto das Letras